10 benefícios em seguir o Modelo de Excelência da Gestão
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Em nosso artigo vamos elencar benefícios em adotar o Modelo de Excelência da Gestão (MEG), que indica um caminho mais seguro para o gestor conduzir sua organização.

Nós já falamos aqui no blog em outro momento sobre o que é o Modelo de Excelência da Gestão (MEG) e como ele vem conquistando cada vez mais espaço nas empresas brasileiras, independente do seu porte.

Desta vez vamos elencar os benefícios de se adotar o modelo nas organizações.

10 benefícios em seguir o Modelo de Excelência da Gestão

Para referência utilizamos o conteúdo disponibilizado pela Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). A organização é responsável por atualizar o modelo e conduzir as atualizações do modelo Modelo de Excelência da Gestão.

Metodologia que é baseada em avaliação, autoavaliação e reconhecimento das boas práticas de gestão. A seguir, elencamos dez benefícios da aplicação do MEG.

1. Estimula a competitividade e sustentabilidade

Ser sustentável em seus vários sentidos e manter a competitividade não é tarefa fácil para o gestor.

A empresa precisa de métodos que sejam voltados a melhoria contínua e que contemple as várias entregas de valores necessárias aos seus stakeholders.

O MEG estimula a empresa a criar e manter métodos de sustentabilidade e competitividade.

Competitividade e o Modelo de Excelência da Gestão

Para se compreender melhor a competitividade é necessário enxergar uma onda crescente da mesma ao redor do mundo. O principal estímulo é a globalização.

Dentro do cenário competitivo a necessidade de evolução das empresas incorpora novos conhecimentos e procedimentos. Justamente uma das vertentes do MEG nas organizações.

Não muito distante dessa competitividade está a sustentabilidade. As organizações passam a analisar as consequências de seus movimentos. Seja no âmbito ambiental, social ou da própria subsistência.

Ganhar por ganhar não é inteligente em tempos tão competitivos. É necessário garantir a posteridade da empresa e uma boa imagem na preservação do meio ambiente e da sociedade.

2. Torna a organização um referencial

Adotar o modelo na organização traz resultados palpáveis, o que a torna um referencial no que faz.

Um exemplo é a Brasal Refrigerantes, a marca é detentora de um dos maiores market shares da Coca-Cola no mundo. A empresa utiliza as práticas do MEG desde 2005.

Seu programa de qualidade vem de longa data, mas foi em 2009 que notaram-se os resultados em seu market share, avançando de 56% para 73% num período de 7 anos.

[…] O MEG está relacionado diretamente com a sustentabilidade do nosso negócio. Hoje temos a convicção de que a melhoria das práticas de gestão conduz a Brasal a melhores resultados, não só financeiros, mas de mercado, processos, pessoas e sociedade” – diz Renato Barbosa, Diretor Geral da companhia.

3. Promove o aprendizado organizacional

Uma das armas mais importantes para subsistência das organizações é o aprendizado organizacional. Fator que pode ser compreendido como a capacidade de incorporar o que é feito sob sua gestão, padronizando boas práticas e buscando se afastar ou reprimir práticas negativas.

Esse tipo de aprendizado alcança novos conhecimentos e estabelece padrões para que possam ser replicados no futuro.

Ainda que haja busca constante por formalização, 80% do que se aprende se dá de maneira informal.

Aprendizado e o Modelo de Excelência da Gestão

Alguns conhecimentos vêm por tentativa e erro, por acúmulo de experiência ou pela identificação de falhas. Com o passar do tempo e as ferramentas corretas se encontra, por fim, a melhor maneira de conduzir seus processos.

Justamente aí é que o MEG toma a frente desse desafio nas empresas. Seu processo de auto análise permite a organização se questionar e promover a melhoria contínua de seus processos através do conhecimento que fora gerenciado.

4. Mensura resultados do negócio objetivamente

O benefício de mensurar os resultados da organização é colocar em números a situação atual permitindo uma reação estruturada.

Se orientar por resultados traz uma direção clara das mudanças estratégicas necessárias.

Existem comportamentos indicados por especialistas para profissionais que querem ser orientados por resultados:

  • Estar alinhado com o que é proposto na estratégia da organização, e persistir diante de obstáculos e dificuldades.
  • Ter alvos definidos que normalmente vão exigir esforços e visão futura, mas manter os pés no chão.
  • Saber dar respostas de qualidade mesmo em momentos de pressão e urgência, priorizando o que é realmente necessário.
  • Aceitar tanto sucesso quanto fracasso resultantes de suas atividades, promovendo assim uma gestão responsável.

5. Enfatiza a integração e o alinhamento sistêmico

Na utilização do MEG é possível compreender as necessidades de integração e alinhamento sistêmico bem dispostas.

Para se entender a necessidade desses dois fatores presentes na organização basta citar o que eles demonstram de fato.

Integração e alinhamento sistêmico é enxergar a organização como um todo, o que seria equivalente a poder responder às seguintes questões: Quais são os processos que tenho em minha organização? Porque esses processos são dispostos assim? Qual a ligação interna entre esses processos? Como de fato são entregues os serviços ou processos ao mercado ou ao consumidor?

Essa forma de ver a organização tem ainda uma compreensão de como o ambiente interno lida com o ambiente externo. Pode ser relacionado, por exemplo, a acordos e a forma de passar informações.

Visão Sistêmica e o Modelo de Excelência da Gestão

Dessa forma, a visão sistêmica se mostra essencial para desenvolvimento e crescimento da empresa.

6. Incorpora a cultura da excelência

Uma das benesses do Modelo de Excelência da Gestão é justamente incorporar a cultura da excelência na organização.

Essa cultura tem sido evidenciada em várias organizações como uma poderosa ferramenta para incorporar boas práticas a nível tático e operacional.

Isso significa criar caminhos para colaboradores e gestores seguirem, a fim de alcançar qualidade durante os processos e claro no seu produto ou serviço final.

Algumas lições incorporadas à cultura de excelência é a resiliência na busca por objetivos. Independente da dificuldade compreende-se que se pode alcançar algo desejado com persistência.

Outra lição é buscar aos melhores que você, verificando quais os passos dessa pessoa que podem ser copiados ou aprendidos.

Já imaginou como a organização pode ganhar com a disseminação das melhores práticas entre os funcionários?

Mais uma das diversas práticas de tal cultura é a ampliação de habilidades. Aceitar desafios e buscar novas técnicas e aprendizados a nível pessoal.

7. Uniformiza a linguagem e melhora a comunicação gerencial

A linguagem utilizada pelas organizações pode ser fator decisivo para avançar ou regredir em projetos e estratégias da organização.

Uma comunicação gerencial estruturada é capaz de moldar comportamentos e impulsionar o cumprimento de metas. A linguagem e o formato da comunicação se tornam cada vez mais uma ferramenta estratégica.

Comunicação Gerencial e o Modelo de Excelência da Gestão

No que diz respeito ao Modelo de Gestão de Excelência, o uso desse tipo de ferramenta é estimulada.

Uma das formas é o endomarketing. Ele objetiva estreitar o relacionamento com a própria empresa, fornecendo ao funcionário a visão da organização para que este possa se sentir parte dela. Esse modo de inserir o colaborador na organização produz o engajamento do mesmo.

Outro estímulo é a utilização de diversos canais, dispensando a frieza de uma comunicação padrão e fria. Uma conversa mais pessoal e direcionada produz a noção de preocupação da empresa com a pessoa e com o capital intelectual que ela dispõe.

8. Prepara a organização para participar do Prêmio Nacional da Qualidade

Quando a organização busca se enquadra no Modelo de Excelência da Gestão passa pela verificações e mudanças de seus processos. A prática do MEG está justamente preparando -a para o Prêmio Nacional da Qualidade (PNQ).

Basta lembrar que o modelo prescreve uma série de fundamentos e critérios que a direcionam para resultados.

Esse padrão é seguido pelas empresas concorrentes do PNQ, nos mais diversos setores, medindo a eficiência da gestão.

Uma vez que se dispõe dessa medida, a empresa que melhor soube aplicar o MEG alcança o Prêmio Nacional da Qualidade.

O prêmio não é somente uma espécie de troféu mas traz benefícios reais. A persistência no MEG leva a empresa obter a máxima qualidade de seus processos, pessoas e produtos ou serviços.

9. Utiliza a avaliação e a melhoria da gestão

Unidos aos outros benefícios do Modelo de Excelência da Gestão temos um plano de melhorias. Ferramenta que avalia possíveis mudanças na gestão como um todo.

Um plano de melhorias é construído a partir dos resultados atingidos na auto-avaliação. Elabora-se um conjunto de metas e ações destinadas a melhorar o desempenho organizacional, com uso de ferramentas de gestão.

Plano de Melhoria e o Modelo de Excelência da Gestão

Essas ferramentas englobam a percepção de quais tarefas são necessárias para alcançar determinada estratégia.

Deve-se observar no momento da construção do plano de melhoria, a hierarquização, as tarefas, metas propostas com tais intrusões e a presença dos gestores de topo e membros-chave da organização.

10. Mensura o grau de maturidade da gestão

Por último, mas não menos importante, o Modelo de Excelência da Gestão traz a necessidade de medir o grau de maturidade da gestão.

Essa mensuração permite checar onde a gestão se encontra, quais conhecimentos possui e como tudo isso se transforma em resultados.

O processo de evolução da gestão está atrelado justamente ao crescimento da empresa em si. Isso é evidenciado pela resultante que promove benefícios aos colaboradores, acionistas e melhora produtos e serviços.

A Fundação Nacional da Qualidade mede o grau de maturidade da empresas por meio de uma ferramenta própria, o Indicador Nacional de Maturidade da Gestão (INMG).

A avaliação do grau de maturidade pode analisar a gestão da seguinte maneira:

  • Identificando as principais áreas e setores da empresa e dizendo quais são seus principais processos;
  • Definindo em qual nível de maturidade está cada um dos processos. Eles podem ser elencados por exemplo em: não realiza o processo ainda, realiza em estágio de testes, gerencia, domina ou já implementa melhorias no mesmo;
  • Cada uma das áreas recebe um peso assim como os processos;
  • São criados critérios de pontuação para determinar como a gestão se encontra;

No fim das contas concluímos que o MEG fomenta a verificação da necessidade de cada uma das partes. Mantendo a organização alerta sobre seu próprio planejamento e os desdobramentos que esse possa encontrar.

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